Blog do escritor Ferréz

Os ricos também morrem

Mais um filho chegando nas livrarias, um super trabalho em equipe, que tenho o orgulho de compartilhar, com capa de Alexandre de Maio, e todo o corre da Marisa Moura, minha agente, além da editora Planeta nas figuras de Marcia, Cassiano e Fábio, além de tantos que dão suporte para esse contador de histórias. A missão é só uma, embora trabalhosa, colocar esse livro na mão de cada menino e menina da periferia. Bora correr para ver o sonho ganhar forma.

3 comentários:

Claudia Blatt disse...

Oi Ferréz
Acabei de ler o artigo sobre você no site da UOL. Sou da classe média, pela minha origem e escolaridade poderia até ser classe A, mas não faço questão. Não tenho mais empregada e limpo as nossas privadas, entre outros, enquanto vejo muita gente da periferia enriquecer e ganhar mais do que a empobrecida classe média. Me sinto injustiçada com as suas generalizações. Para quem serve o discurso de ódio? É inocente útil ou contratado pelo ou a mando do PT? São justamente petistas que têm enriquecido mais escandalosamente tirando e levando à falência quem paga impostos e poderia sustentar o país para todos crescermos juntos. A maioria da classe média quer que a periferia saia da pobreza para que tenhamos um país melhor. Lhe desejo luz. Claudia

Tiff disse...

Ferréz, há pouco tempo te conheço e desde então tenho acompanhado as suas postagens aqui. Essa semana tô comprando dois livros que você escreveu pra dar pro meu irmão caçula. A única coisa que me entristece é a massa estar perdendo tempo com coisas fúteis que rolam o tempo inteiro no facebook e deixar de ver o verdadeiro valor da escrita como no seu blog! Abraços, sucesso.. Tamo junto!

Claudia Blatt disse...

Oi Ferréz
Desculpe os chavões que usei da última vez.
Sou pão-duro demais para pagar trinta reais por um sanduíche. E às vezes estaciono em shoppings onde uma compra no supermercado me isenta de pagar estacionamento. Se morasse perto de uma estação de trem, iria de trem e de metrô. Ônibus é complicado e precisa melhorar. Me recuso a comprar coisas caras de grife.
Como já escrevi, tive empregada. Penso que fui uma das primeiras a combinar jornada de oito horas e liberá-la aos sábados, porque, enfim, ela também tem família. Ainda tenho faxineira e parece que vou ser uma das primeiras a remunerá-la por hora. O preço por aqui é muito alto.
Se você testemunhar casos concretos de injustiça cometida contra pobres por membros da classe média, com a sua influência você com certeza encontrará um caminho para ajudá-los. Existem ONGs onde profissionais oferecem o seu trabalho. E muitos advogados avulsos que ajudariam.
Vi com satisfação muita gente na periferia aumentar a casa depois do Plano Real. A faxineira de uma amiga recentemente a convidou para passar um tempo no seu apartamento de praia. Penso que estávamos num bom caminho. Mais justiça social tornará o país melhor para todos. Mas a economia não vai ser favorável nos próximos anos e precisamos nos complementar, trabalhar juntos, para superar as dificuldades.
Com uma luta entre as classes perderemos todos, como em toda guerra. Se virasse comunista, o país empobreceria, assim como a Venezuela, tão rica em petróleo. Ajudamos a sustentar a Venezuela, mas quem vai sustentar a gente? A Alemanha comunista tinha que trancar os seus cidadãos atrás de um muro para não fugirem. E faliu, apesar de os alemães terem feito tudo na maior seriedade, sem tanta roubalheira.
Se quiser trocar ideias, estou às ordens. Tive aulas de economia e já vivi na França e em Portugal. Um abraço, Claudia. Abril de 2015