Blog do escritor Ferréz

a Guerra continua...boicote neles.


Você pode pensar, que isso não importa, que uma coca-cola só não atrapalha, mas pense que cada vez que você consome um produto desse, você contribui, mesmo que seja com centavos para as empresas que apoiam a matança no mundo, consumir conscientemente é um dever, não vamos deixar no "só eu não faço a diferença" todos fazemos, conheço donos de restaurante (santo Amaro) que não vende mais produtos da Coca, que não trabalha com crédito e débito, e até donos de bancas de jornal que não vendem Veja - (vário sescreveram para a Sessão de cartas da Caros Amigos).
então, podemos sim, ser a diferença, para ajudar vai uma lista das empresas coligadas com Israel, sabemos que a "política" desse estado tem que mudar, então boicote neles.

Companhias que apoiam Israel e seus produtos

(Israel Supporters)

Empresa
Produtos e empresas coligadas
Dados de pesquisa
Coca-Cola
Coca-Cola, Fanta, Schweppes, Sucos Mais, Nestea, Kuat
Desde 1966 a Coca-Cola foi um apoiador do estado de Israel. Recentemente o governo da missão econômica de Israel honrou Coca-Cola no jantar da concessão do comércio de Israel pela sua sustentação continuada de Israel nos últimos 30 anos e por recusar o boicote da liga árabe de Israel
NESTLE
Nescafé, Nescau, Águas Perrier, Quik, Milkybar, KitKat, Cereais, diversas marcas de chocolate
L'Oréal (importante acionista)
A companhia suíça detém 50,1% da fábrica de alimentos israelense “Osem Investments”. Em dezembro de 2000, anunciou que investiria milhões de dólares em um novo centro de pesquisas em Israel.
Em 1998, o Sr. Peter Brabeck-Letmathe, em nome da Nestle, recebeu o “Jubilee Award” do Primeiro Ministro israelense Netanyahu.
Johnson & Johnson
Produtos Infantis
Johnson & Johnson comprou a companhia israelense Biosense por 400 milhões de dólares. Em 1998, o Sr. Roger S. Fineon recebeu o Jubilee Award do Primeiro Ministro israelense Netanyahu. Essa é a maior premiação concedida pelo Estado de Israel em reconhecimento dos indivíduos e organizações que, através dos seus investimentos e relações comerciais, se destacaram nas contribuições à economia israelense
REVLON
Revlon cosméticos
Forbes
Bilionário, Ronald Perelman , que controla a Revlon, é um sionista. Também é dono da Forbes. Ele apoia causas sionistas, por exemplo, é um dos fiadores do Centro Simon Wiesenthal que usa o holocausto para promover o Estado de Israel
L'OREAL
Perfumes, Shampoos, Cremes, Vichy, Carson
Depois de ser multada em 1,4 milhão de dólares pelos EUA depois de ter escrito uma carta à Liga Árabe informando que teriam parado sua produção em Israel, se engajaram ativamente em cortejar os grandes investimentos do comércio israelense.
O congresso judaico-americano (American Jewish Congress) expressou sua “grande satisfação que a L'Oreal tenha se tornado um amigo próximo de Israel".
L'Oreal definiu Israel como seu centro commercial no Oriente Médio e aumentou seus investimentos e manufaturas numa nova linha industrial em Migdal Haemek para pesquisar e desenvolver projetos afinados com os consumidores israelenses, assim como campanhas educacionais.
Em 1998, o Sr. Pascal Castres St Martin da L' Oreal, recebeu o “Jubilee Award” do Primeiro Ministro israelense Netanyahu.

Empresa
Produtos e empresas coligadas
Dados de pesquisa
DANONE
Iogurtes Danone
Em 1998, o Sr. Franck Riboud, em nome da Danone recebeu o Jubilee Award do Primeiro Ministro Israelense Netanyahu. Essa é a maior premiação concedida pelo Estado de Israel em reconhecimento dos indivíduos e organizações que, através dos seus investimentos e relações comerciais, se destacaram nas contribuições à economia israelense.
O “Instituto Danone” se estabeleceu em Israel em Jul/98
NOKIA
Produtos eletrônicos Nokia - celulares, etc
Nokia também investe pesado em Israel.
O Gerente Gerald a Nokia, Lars Wolf, disse numa entrevista ao jornal “Jerusalem Post” (4 de março de 2001): "Nos estamos focando em Israel sob todos os ângulos. Nós temos um projeto interno chamado ‘Projeto Israel’ o que significa que estamos olhando Israel de uma perspectiva corporativa”. A empresa “Nokia Venture Partners” investiu 500 milhões de dólares num fundo destinado em grande parte a companhias em Israel.
IBM
IBM
A IBM investe pesado em Israel. O vice presidente sênior e conselheiro geral Lawrence Ricciardi informou ao jornal Jerusalem Post que a companhia emprega 1.700 pessoas em Israel. “Esse território e seus ideais são muito importantes para a IBM”, disse.
IBM é uma das 3 empresas americanas que participaram do jantar “America-Israel Friendship League Partners for Democracy Awards” (25 de Junho de 2001) promovido por Ariel Sharon.
Walt Disney
Produtos Disney
EuroDisney
Disneylandia
A exibição Walt Disneys Millennium no Epcot Centre (Florida) apresenta Jerusalem como a capital de Israel. Jerusalem foi ilegalmente ocupada de acordo com a lei internacional (Resolução das Nações Unidas 242, 237 e 405) e nunca poderia ser a capital de Israel.
Dos 8 milhões de dólares que custaram essa exposição, Israel contribuiu com 1,8 milhão, isso faz parte da campanha judaica para influenciar as pessoas a aceitarem Jerusalem como a capital de Israel.
Uma tentativa da Liga Árabe de boicotar a Disney foi sabotada pelo príncipe saudita Walid ibn Talal no último minuto. Ocorre que ele é um dos acionistas majoritários da EuroDisney e disse, “Se nós boicotarmos a Disney, Israel vence pois isso vai impactar a nossa imagem nos EUA”. Estima-se que 200,000 árabes visitem a Disney anualmente e que os negócios da Disney com o Oriente Médio cheguem a 100 milhões de dólares por ano.
Delta Galil Industries Ltd
Carrefour, DKNY, Ralph Lauren, Calvin Klein (cK), Hugo Boss
Delta Galil é uma das maiores companhias têxteis de Israel. Seu fundador, presidente e maior acionista Dov Lautman é um aliado próximo do presidente Israelita Ehud Barak. O relógio do Sweatshop denunciou Delta Galil por sua exploração do trabalho árabe


Empresa
Produtos e empresas coligadas
Dados de pesquisa
Estee Lauder
Aramis, DKNY, Tommy Hilfiger Toiletries, Donna Karan Cosmetics
O presidente da Estée Lauder, Ronald Lauder, é também presidente da conferência das maiores organizações judaico-americanas e presidente do Jewish National Fund (JNF) - uma agência quase governamental cuja a função principal é legitimar a ocupação judaica do território Palestino
Intel
Processadores - Celeron, Pentium, etcMotherboards, Chips, Adaptadores, Controladores, Placas de Rede, Wireless, Ferramentas de Software
Intel é uma das maiores apoiadoras de Israel. Um dos seus primeiros centros de desenvolvimento abertos fora dos EUA foi aberto em Haifa, em 1974. Desde então têm investido continuamente em Israel. No ano 2000 empregava mais de 4.000 israelenses. As exportações da sua fábrica Lachish-Qiryat em Israel (aberta em fevereiro de 1999) fatura um total de 3 milhões de dólares por dia operando a máxima capacidade, o que daria cerca de 1 bilhão de dólares de faturamento por ano.
A Al-Awda (Palestine Right to Return Coalition) apontou que a fábrica da Intel em Qiryat Gat foi construída num terreno confiscado dos palestinos. Tratava-se de uma vila onde viviam 2.000 palestinos em cerca de 300 casas e tinham 2 mesquitas e uma escola. Os palestinos que residiam no local foram foram brutalmente retirados do vilarejo, que foi derrubado para dar lugar a mais um território israelense (Qiryat Gat). Hoje, as populações remanescentes não conseguem mais voltar para seu antigo território.
News Corporation
Fox TV Network (85% de participação)
20th Century Fox Films, Fox Kids, etc
Sky TV Network
National Geographic
A News Corporation Ltd é uma das maiores companhias de meios de comunicação do mundo com os recursos totais de aproximadamente 43 bilhões de dólares (Set/2001) e de rendimentos anuais totais de aproximadamente 14 bilhões de dólares. As operações globais diversificadas da News Corp incluem a produção e a distribuição de filmes e programas de TV, transmissão de televisão via satélite e cabo, publicação de jornais, revistas e livros, produção e a distribuição de produtos promocionais e anunciantes de serviços.
A transmissão digital de News Corp é a principal utilizada no mundo das notícias em língua inglesa com operações no Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Fiji, Papua Nova Guiné e nos E.U.A.
A companhia publica mais de 175 jornais diferentes empregando aproximadamente 15.000 pessoas em todo mundo e imprime mais de 40 milhões de jornais em uma semana.
News Corp investe pesadamente em Israel, foi uma das três companhias dos E.U.A. que mais contribuiu para a sustentação de Israel entre os sócios no jantar da “America-Israel Friendship League Partners for Democracy Awards” (25 de junho de 2001). A companhia de tecnologia digital da News Corp em Jerusalém, chamada NDS, cresceu de 20 para 600 empregados na década passada.

Fonte: http://www.islam-shia.org/boycott_israel/Zionist_companies.htm

agradecimento pela tradução Dalmo Coelho - ipejota.org.br

12 comentários:

InformeVideos.blogspot.com disse...

Não entendi direito o que vc prega ou qual campanha está seguindo mas vi que pe persistente em seu objetivo, isso pode ser uma qualidade ou um defeito, depende do ponto de vista.Visita o meu blog e dá uma olhada, se gosta da área de informatica. http://informevideos.blogspot.com
videos engraçados e notícias de tudo o que rola no mundo da informática.
Acesse e comente! Abraço!

Adriano Queiroz disse...

Informações importantes.
Passarei pra frente.

Abraços.

Fabrício Romano disse...

Ferréz, só pelo fato de termos computadores e acessarmos a internet já financiamos a morte e a tortura de pessoas no mundo. Sem a ibm você não teria esse blogue, e eu não teria lido essa matéria, e mesmo depois de ler, nada muda, continuamos financiando a morte de gente que não conhecemos. Eu entendo e louvo seu idealismo, mas não acho que ele mude algo. Todo mundo pode ir às ruas e protestar contra o atual massacre de crianças que vemos na tevê e na internet todos os dias, e gente inocente continuará morrendo, em todo o mundo. Sempre foi assim. Sempre será. Postar um texto na internet, sair à rua com uma placa na mão, discrutir isso com amigos numa mesa de bar não vai impedir que crianças do oriente continuem sendo bombardeadas e esmagadas. É uma pena, mas por mais informados e humanistas que queremos ser, um texto é só um texto, uma conversa é só uma conversa, um panfleto é só um panfleto. Boicote e idealismo desse tipo é como pintar a cerca de uma casa em chamas.

dulixo disse...

Salve...não quero causar polêmica ainda mais na "casa" dos outros...mais Fabricio...esse é o pensamento que querem que agente tenha...que não adianta protestar...ir para as ruas..escrever um manifesto...disseminar informações...ver como nulas nossa ações...é por isso que nossa juventude em sua maioria vive alienada...sem o tal "idealismo" que falou...ideal muda SIM...procure saber sobre vários projetos e ações que não só o mano Ferréz toca...mais tantos outros...as conversas tem e estão saindo de bares e rodas de amigos...continuem vendo como brincadeira como coisa sem sentido as articulações que acontecem em volta da "redoma de vidro" que o estado tenta impor...e um simples estilingue ou baladeira como queiram chamar...ainda quebra essa porra toda...nada pessoal tiu...só meu ponto de vista também...

Tubarão

WILSÃO NEGREDO E RENATO VITAL A CORRENTE FORTE DO GUETO disse...

Contrário ao último comentário, eu acredito SIM que campanhas de boicote tenham resultados na vida das pessoas que sofrem com empresas capitalistas massacradoras. Ou como disse Heloísa Helena numa entrevista, " precisamos trabalhar o imaginário do povo" qual seria esse imaginário? nada mais é do que a parte do cérebro em que as pessoas idealizam as coisas, pra colocar em prática. E nada melhor do que colocar na cabeça das pessoas, que elas devem evitar a compra de produtos de empresas que financiam a guerra, precisamos nem que seja aos poucos, ir trabalhando isso com os manos e minas da periferia, as senhoras e os senhores, por mais díficil que seja. Eu mesmo já comecei essa luta de casa, por quê qualquer revolução começa de dentro de casa, conversando com a mulher sobre o que é errado, e tentando fazer ela entender, e eu mesmo tentando evitar, a compra de produtos que contribuem com a guerra.
Ou como o Férrez mesmo diz " è muita coisa contra, mas a atitude dos verdadeiros não se compra", e é isso que eu procuro seguir, mesmo tendo tanta coisa contra.
Aguardo os novos livros que estão por vir Férrez. Abraços.

InformeVideos.blogspot.com disse...

Cara, não é por nada não, mas o Fabrício Romano tem toda a razão, eu acaredito na frase "faça a sua parte" e poder divulgar e mudar a opinião de pessoas pela internet tambem. Mas temos que ver, que não acabaremos com as coisas ruins do planeta, a intenção é "morrer tentando", foram o que todas as pessoas boas na história da humanidade fizeram.

Meu blog não tem nada a ver com esse assunto, mas deixa um comentário lá, eu lerei com atenção. http://informevideos.blogspot.com

Anderson Barbosa disse...

Opa, amigos!
Pera, la!!!
Nao vamos generalizar, dizendo que usando computadores, estamos financiando Israel. Muitos muçulmanos usam computadores e a maioria dos processadores e placas com tecnologia wireless, arriscando a dizer que Hamas usa tambem!!!
Penso que devemos é direcionar nossa força para os pontos que sao importantes de fato.
Infelizmente e todos/as sabem disso, as empresas investirao em qualquer lugar do mundo dizendo que tao ou qual lugar é um potencializador de suas perspectivas enquanto empresa, afinal, no mundo globalizado onde produtos valem mais que vida, nada mais coerente!! Certamente se eles investirem no Libano ou no Afeganistao, vao dizer a mesma coisa. NAO HA MAIOR FALSIDADE E HIPOCRISIA NO MUNDO QUE ESTEJA LONGE DAS RELAçOES MERCANTIS.
No mais é isso!! Um abraço e espero que isso nao se torne um discurso esquizofrenico como tem sido as criticas ao governo federal, onde que esquerda e direita estao cantando o mesmo coro no mesmo tom!!
ABraços novamente

Fla Braza disse...

Pergunta de Vestibular: E se a SABESP patrocinar? Como eu vou beber a água, sendo que esse é um monopólio estatal ???

Ivan Cavalcante disse...

Sinceramente nao creio que a matança seja um sub-produto do lucro e monopolio dessas empresas. A guerra é algo que vai alem, nao ha como empresas diversas, que necessitam de mercado para poder continuar vivas, cogitar a possibilidade de apoiar a destruiçao de algum "Mercado" aonde elas tem influencia. De qualquer maneira, achei muito interessante essa ponte que voce traçou entre o conflito e o dominio dessas multinacionais. ja sou leitor assiduo da Caros Amigos, e fiquei feliz em saber que voce tambem escreve aqui no blog, ja ganhou mais um leitor.

Emanoel Messias disse...

Além da indignação, o boicote!

Você pode ajudar o povo palestino, boicotando os produtos dos facínoras que patrocinam o genocídio na Faixa de Gaza.

Quando o desconhecido advogado Mohandas Gandhi - mais tarde "Mahatma" - pregava a resistência à dominação dos poderosos britânicos, por meio da não-violência e da desobediência civil, foi motivo de desconfiança.

Porém, uma das metas da desobediência civil, era boicotar os produtos ingleses. Como todos sabem, foi (e é!) uma arma letal; o resultado... A independência da Índia. Além da indignação, o boicote; assim terá resultado. Faça, então, sua parte!(Emanoel Messias)

Emanoel Messias disse...

Além da indignação, o boicote! Quando Gandhi propôs a resistência aos poderosos britânicos, por meio da "não-violência! e "desobediência civil", foi criticado; só que, o boicote aos produtos ingleses, uma das metas, funcionou como a História pode relatar. Boicote é uma arma letal, tão perigosa quanta as bombas jogadas a esmo na casas dos palestinos, pelo sanguinário Estado de Israel.

Emanoel Messias disse...

Além da indignação, o boicote! Quando Gandhi propôs a resistência aos poderosos britânicos, por meio da "não-violência! e "desobediência civil", foi criticado; só que, o boicote aos produtos ingleses, uma das metas, funcionou como a História pode relatar. Boicote é uma arma letal, tão perigosa quanta as bombas jogadas a esmo na casas dos palestinos, pelo sanguinário Estado de Israel.