Blog do escritor Ferréz

O primeiro da Literatura Marginal

ele foi o primeiro grande escritor proletário da literatura universal.
Seus livros são baseados em experiências vividas. Órfão aos dez anos, deixou a casa do avô, homem duro e cruel, e levou durante muitos anos uma vida nômade.
sempre dizia: A vida desnrola-se à minha frente como uma corrente sem fim de hostilidade e crueldade, como uma luta ininterrupta pela posse de coisas sem valor, tudo que eu observava nao tinha quase nada em comum com a compaixão pelos homens.
Viajava muito por toda a Rússia, colhendo diretamente da fonte da vida o que está narrado nos seus livros.
A temática da ressurreição das almas e o motivo da destruição da personalidade perpassam de ponta a ponta a obra dele, pois o homem perde a sua dimensão quando se fecha sobre si mesmo, restando-lhe paenas um sentido de alienação.
Para vocês terem uma idéia, Máximo Gorki nasceu em 28 de março de 1868 em NijniNovgorod que hoje se chama Gorki.
Quem quiser conhecer a obra desse grande escritor que ao contrário da maioria dos escritores de sua geração não nasceu montado na prata, pode começar pelo livro A batalha da vida.
abraços e boa leitura.
Ferréz

5 comentários:

Eduardo Amargo Vianna disse...

Saúde. Nós aqui seguindo com nosso amor espiritualista e comunista ao camarada Gorki, e o fascismo comendo solto no Brasil. Você precisa se pronunciar, Ferréz, sobre a última chacina do Rio. Esmagar pobre é normal, não é? O que me chamou mais a atenção nesse caso dos 19 trucidados do Alemão foi o tremendo alarde da mídia grandona, sobretudo a Globo - eu tive o nojo de ver a revista Época da semana, com reportagem sobre o massacre. Com direito a closes do tal tenente "Trovão", pagando de galã de fita de Roliúdi, com charutão na boca e berro na mão, no meio da presuntaiada caída na via pública da quebrada. Isso é a foto de capa da revista, a manchete comemorando com todas as letras a chacina. Os homi querem sangue, meus irmãos, e de modo mais e mais descarado o sangue do negrão, do favelado, do sem-terra e do sem-teto. Mas rapaz, eu tenho pra mim que o ódio deles é maior contra o cara que mora em favela; a burguesia (a pequena burguesia então, putz, nem se fala) está se cagando que dá gosto de medo que o Brasil se assuma humanisticamente como país latino-americano, por iniciativa do povo, com aqueles grandes exemplos, para citar uma fonte de exemplos, dos negrões e favelados da Venezuela de Bolívar.
E vem genocídio aí, antes que o nosso povo comece a ser mais povo do que nunca.

Eduardo Amargo, Jundiaí.

borboleta voante disse...

Máximo Gorki, grande mestre!
Morreu na possível envenenação, mas acabou por contaminar o mundo com sua literatura. Até mesmo foi um grande choque para a época.
É... faltam desses hoje em dia.

Robson Canto disse...

Ferréz
Ontem eu estava fazendo uns rabiscos no caderno, e a tv estava ligada, estava passando um jogo pelo campeonato brasileiro: Fluminense x Paraná. Então eu pensei mais pra que porra eu quero saber se o fluminense esta melhor em campo?
Então fui mudando os canais, nada que preste até eu chegar na Cultura o Ferréz estava sendo entrevistado! "Óh que firmeza!" Nada melhor pra um fã do que ver seu idolo.
Fiquei vendo e ouvindo o Ferréz. Como eu gosto e admiro esse cara! Tem gente acha muita pieguisse e outros viadagem, mas eu num tô ligando pra isso não!
E quer saber mais... eu num digo que sou o primeiro mas estou entre os dez fãs do Ferréz!
Já me disseram, pra mim não usar muito os panos da Um da Sul, porque eu não moro no Capão. Mas eu uso não por pagar pau pro Capão e sim por respeito ao escritor.

É isso!

Ferréz + Livros + Correria = Mente Instruida.

Abraços Canto.

Jack disse...

Li apenas um livro do Gorki e apesar de não lembrar o nome do livro e como ele foi parar nas minhas mãos, foi um livro que marcou. A atenção aos detalhes que Gorki tem nesse livro é impressionante. Não é uma peça e sim um romance sobre um homem que trabalhava nas minas e depois vai trabalhar de padeiro.... E assim vai.

R.

Jack disse...

Li apenas um livro do Gorki.
Não me lembro mais o nome do livro, e como foi parar nas minhas mãos. Não era uma peça e sim um romance.
Um homem que trabalhava nas minas de carvão agora procura emprego de padeiro.
A atenção que Gorki dá aos detalhes nesse livro é impressionante.
Se alguem souber o nome desse livro agradeço.

R...